H.N. Adaptações

Informativo
Secretaria lança cartilha com informações para pessoas com deficiência PDF Imprimir E-mail
 

 

Mais de 300 pessoas participaram de uma reunião, na noite desta terça-feira (25) no auditório da Administração Regional CIC, para o lançamento da cartilha de Políticas Públicas, Serviços e Direitos da Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Foto: Jaelson Lucas/SMCS

Mais de 300 pessoas participaram, na noite desta terça-feira (25, de uma reunião no auditório da Administração Regional CIC, para o lançamento da cartilha de Políticas Públicas, Serviços e Direitos da Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Reuniões como esta serão realizadas nas outras regionais da cidade.

A cartilha apresenta uma síntese de serviços, políticas públicas e direitos das pessoas com deficiência nas esferas municipal, estadual e federal. Durante o lançamento, representantes da Previdência Social e do Pronatec também esclareceram dúvidas sobre aposentadoria e emprego. Será distribuída em todos os equipamentos da Prefeitura, em entidades que atendem pessoa com deficiência e na própria Secretaria da Pessoa com Deficiência.

"Tivemos uma quantidade expressiva de participantes. É isso que queremos: o protagonismo da pessoa com deficiência, que nos estimula a cada dia a atendê-los com mais proximidade", disse a secretária municipal da Pessoa com Deficiência, Mirella Prosdocimo.

A reunião serviu para mensurar pontos positivos do atendimento a essa parcela da população e identificar possíveis melhorias. O programa Acesso - serviço de transporte destinado a pessoas com deficiência impossibilitadas de utilizar outros meios de transporte coletivo - recebeu muitos elogios.

O Pronatec, através do programa Viver sem Limite, em parceria com o Sistema S e IFPR, realizou pré-matrículas para os interessados em cursos de formação continuada e cursos técnicos com turmas compartilhadas. O programa prevê prioridade na ocupação de vagas para pessoas com deficiência.

A aposentada Joana Chrominski, de  72 anos, moradora na Vila Atenas na CIC, aprovou a iniciativa. "Há mais de 10 anos uso prótese nas duas pernas por conta de uma ostelomielite [doença nos ossos] e pela primeira vez fui convidada a participar de uma reunião que me mostrou opções para a pessoa com deficiência. Foi muito esclarecedor", disse Joana.

Fabiano Machado, de 22 anos, veio da Vila Augusta na intenção de tirar uma dúvida sobre seu benefício. Ele também procura um emprego. "Achei ótima essa oportunidade. Percebi  várias pessoas com deficiência sendo atendidas e as palestras muito boas. Como estou procurando um emprego, vim esclarecer se caso eu seja admitido continuarei a ter o benefício", comentou Fabiano, que tem as duas pernas amputadas há 5 anos devido a uma doença congênita.

Atuante no conselho de saúde do bairro Sabará, Elizeu Costa, de 37 anos, sofre de epilepsia. Pessoa com deficiência intelectual, ele participa de várias ações no bairro. "Estou satisfeito com a reunião e a atenção dada a todos aqui. É um incentivo e uma maneira de sentirmos mais incluídos na sociedade", disse Costa, que participa de oficinas de pintura e música na Unidade de Saúde Sabará que realiza um trabalho de inclusão social.

Participaram da reunião moradores de vários bairros da CIC, representantes da secretaria da Pessoa com Deficiência, equipe da regional CIC e o administrador Ton Vargas, Previdência Social e Pronatec.

Fonte: SEDPcD - em 25/03/2014

 
Senado isenta deficientes físicos de pagar pedágio em rodovias PDF Imprimir E-mail
 

O Senado aprovou nesta semana projeto que isenta deficientes físicos do pagamento de pedágios em rodovias. Pela proposta, os veículos conduzidos por deficientes não precisariam pagar os pedágios, seja em rodovias municipais, estaduais ou federais --ou mesmo dentro das próprias cidades. O texto não define regras para a isenção dos deficientes, nem estipula como ocorreria a fiscalização.

Aprovado pela CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado de forma terminativa, ele segue para análise da Câmara se não houver recurso para passar pelo plenário. A comissão aprovou emenda que obriga o governo federal a regulamentar o projeto, após sua aprovação final pelo Congresso. A regulamentação vai definir como os deficientes teriam direito ao benefício e a forma de compensação das concessionárias pela isenção do pedágio --com o repasse do custo ao poder público ou aos demais motoristas, com aumento de tarifa.

Relatora do projeto, a senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO) defendeu sua aprovação desde que a regulamentação da proposta imponha limites à isenção porque 13,6% da população brasileira tem algum grau de deficiência --o que representaria custo elevado para manter o benefício. “Se a proporção de pessoas com deficiência entre os condutores for a mesma da população geral, as concessionárias de pedágio teriam uma queda de 13,6% em sua receita bruta com a aprovação do projeto.

Para restabelecer o equilíbrio do contrato, neste caso, haveria um aumento de 15,7% nas tarifas de pedágio para os demais pagantes”, afirmou. A limitação, segundo Lúcia Vânia, poderia ser definida com base em fatores como a renda da pessoa com deficiência e o grau de comprometimento da sua acessibilidade, entre outros. Autora do projeto, a senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS) disse que o objetivo da proposta é permitir maior “integração social” de pessoas com deficiência.

“Embora seja meritório o resultado desse sistema [de pedágio], que se reflete na melhoria das condições de conforto e segurança dessas vias públicas, não se pode negar que os ônus pelo pagamento de pedágios alargam os óbices à mobilidade dos condutores com deficiência”, afirmou.

Fonte: Folhapress - em 15/03/2014

 
Críticas de uma pessoa com baixa visão sobre a acessibilidade na rede hoteleira PDF Imprimir E-mail
 

Este artigo foi escrito por Mariana Baierle Soares. 26 anos, jornalista pela PUC/RS e mestre em Letras pela UFRGS. Residente em Porto Alegre/RS, possui deficiência visual parcial (baixa visão) desde o nascimento.

No início de dezembro estive em Curitiba pude vivenciar, na prática, o despreparo de uma grande rede de hoteis no que diz respeito à acessibilidade e ao atendimento de um cliente com baixa visão (no caso, eu mesma! Ehehe). Fiquei hospedada no hotel Ibis Budget, na rua Mariano Torres.

A pessoa que fez reserva para mim, pensando em facilitar minha orientação no hotel, havia feito um único pedido ao efetuar minha reserva: que meu quarto fosse o mais perto possível do elevador, pois seria mais fácil de entrar e sair do quarto. Ela avisou que eu tinha deficiência visual e que isso poderia facilitar o deslocamento. Um pedido simples que o hotel disse que poderia atender sem problemas.

Ao chegar no hotel na primeira noite, qual foi minha surpresa? Meu quarto era o último no final do corredor, o mais distante possível do elevador! E, ainda por cima, era um quarto para cadeirante. Fiquei perplexa com a situação, pois fizeram exatamente o oposto do que tinha sido pedido: me colocaram no último quarto no final do corredor e eu não havia pedido um quarto para cadeirante. Afinal, minha deficiência é visual e não motora.

Eis uma grande confusão que as pessoas fazem com relação a quem tem alguma deficiência. Já presenciei algumas pessoas falando alto comigo ou gritando (como se eu fosse surda), o que chega a ser hilário porque se tem algo que eu tenho muito apurado é a audição!

Até mesmo nos aeroportos quando viajo sozinha alguns funcionários de companhias aéreas já me ofereceram cadeira de rodas. Ora, se eu estivesse precisando de uma cadeira de rodas não teria problema nenhum em aceitar, mas não é o meu caso no momento. Acho que as pessoas pensam que por você não enxergar bem seria mais fácil ser empurrado em uma cadeira. Esses são alguns exemplos das confusões que somos submetidos constantemente.

Voltando ao que aconteceu no hotel em Curitiba, acabei ficando naquele quarto para cadeirantes no final do carredor e longe do elevador. O fato dele ter um banheiro grande, com barras de apoio e mais espaço para cadeira de rodas não me atrapalharia em nada. O problema, sim, era o fato de que aquele quarto tinha uma qualidade bem inferior aos demais. Já havia me hospedado nessa mesma rede Ibis várias vezes. Os quartos são iguais em qualquer lugar do mundo. Ou eram, até então, pois aquele quarto para cadeirantes parecia um porão. Tinha móveis bem mais velhos, com aspecto de mau cuidados e um banheiro antigo. Não tinha sequer papel higiênico no banheiro. Parecia todo mal cuidado e meio improvisado. Um desrespeito para qualquer hospede, independentemente de ser cadeirante ou não.

De qualquer forma, me ambientei no quarto e decidi que ficaria ali mesmo para evitar confusões, pois tudo que eu queria era participar do Seminário do Projeto Ver com as Mãos, conhecer a cidade e as pessoas. Iria passar o mínimo de tempo dentro do quarto do hotel. Enfim, no dia seguinte antes de sair fui deixar o cartão (que funciona como chave do quarto e senha para o elevador – mais detalhes sobre isso logo adiante) na recepção.

Para minha surpresa, o atendente verificou o número do meu quarto e me perguntou se eu iria mudar de quarto naquele momento. Respondi que eu estava em um quarto para cadeirante que não havia solicitado, mas que não iria mudar porque já estava instalada lá e estava de saída para um evento. O atendente disse então que seria “importante” eu mudar de quarto porque iria chegar um cadeirante ao meio-dia. E o hotel só tinha dois quartos para cadeirante, sendo que um já estava ocupado por um cadeirante e o outro por mim!

Falou isso como se eu fosse a culpada por estar no quarto para cadeirantes e por eles não terem mais quartos adaptados. Perguntei, já um pouco estressada, afinal, por que tinham me colocado naquele quarto? E ele não soube me explicar. Ficamos num impasse durante alguns minutos, pois eram sete e meia da manhã, eu tinha que ir para o meu evento e só voltaria para o hotel de noite. Já estava quase atrasada para sair, não teria tempo hábil de subir e mudar minhas coisas de quarto.

O atendente insistiu para que eu fizesse isso, pois o cadeirante chegaria ao meio-dia e eu só voltaria para o hotel de noite. Aquela situação toda era bem absurda. Pois eu estava em um quarto que não havia solicitado. O cadeirante iria chegar ao meio-dia e o hotel, que tem mais de 200 quartos, so tinha dois quartos acessíveis. Se eu não trocasse de quarto essa pessoa não teria onde ficar. Contudo, a culpa dessa confusão toda não era minha, mas eu estava sendo prejudicada.

O atendente se ofereceu para, ele próprio, trocar minhas coisas de quarto. Na hora me senti bem constrangida e até invadida, pois um cara que eu nem conheço teria que ir ao meu quarto, fechar minha mala, guardar as coisas que estivessem espalhadas, pegar meus shampoos no banheiro, escova de dentes, tudo!

Na hora relembrei mentalmente como havia deixado as coisas no quarto e, por sorte, sou bastante organizada. Não havia nenhuma calcinha ou sutiã fora da mala nem qualquer outra coisa que não quisesse que ele visse. Resolvi aceitar que eles trocassem minhas coisas de quarto – única e exclusivamente em consideração ao cadeirante que iria chegar. E se eu não fizesse isso o cara ficaria sem quarto.

De qualquer forma, foi uma situação bem chata. Sai de lá pensando em como seria feita aquela troca das minhas coisas. Disse para ele que colocassem as coisas exatamente no mesmo lugar que estava e que levassem as roupas que estavam penduradas no cabide sem amassar. Passei boa parte do dia preocupada com as minhas coisas no hotel! Avisei que quando chegasse iria conferir tudo. E foi o que fiz de noite.

Por sorte, sim, estava tudo no lugar, não estava faltando nada e a troca foi feita aparentemente com bastante cuidado – era o mínimo que podia fazer após todo aquele constrangimento. E o quarto que não era para cadeirante tem uma qualidade e uma apresentação infinitamente melhor do que aquele – o que é outro absurdo! A pessoa cadeirante paga o mesmo valor pela diária e merece um quarto tão bom quanto ao demais.

Mas os problemas e dificuldades nesse hotel não param por ai…

BRINCANDO DE GINCANA NO ELEVADOR

Como comentei anteriormente, recebi um cartão magnético que funciona como chave do quarto e também cartão para acionar o elevador. Sem o cartão não é possível ir até o andar do seu quarto.

Contudo, o uso do cartão não é nem um pouco simples para quem tem deficiência visual. Ele precisa ser inserido no elevador na posição correta, sendo que não há nenhuma identificação tátil, sendo igual dos dois lados.

Ainda por cima, não são apenas dois lados para serem testados. Há a opção “para cima” e “para baixo” em cada um dos lados. Ou seja, são quatro “chances” para você conseguir acertar a posição correta do cartão. Além disso, você precisa colocar o cartão, ver quando ligou uma lusinha super fraca e então tirar rapidamente o cartão para que o elevador vá até o andar correto.

Nossa, uma verdadeira gincana de acerto e erro dentro do elevador. Sem contar que havia apenas um elevador funcionando naquele hotel com mais de onze andares. As filas eram enormes e havia essa dificuldade enorme com o uso do cartão.

E a dificuldade não era apenas minha, mas de outros hóspedes também. De vez em quando algum alguém era prestativo e me ajudava, mas em geral eu ficava tentando até acertar a posição e a velocidade da lusinha acender e apagar para eu retirar o cartão.

Falei sobre isso com os funcionários na recepção. Eles disseram que era por segurança. É claro que eu entendo, mas poderia haver uma forma mais acessível de garantir a segurança. Não adiantada o elevador ter botões em braille se tinha toda uma “gincana” para ser feita para conseguir ir até o meu andar!

O CAFÉ DA MANHÃ

No café da manhã não havia nenhum funcionário na porta para quem eu pudesse pedir ajuda. Minha maior dificuldade é identificar o que é cada coisa no buffet (motivo pelo qual, aliás sempre evitei os buffets). O café do hotel era grande, cheio de coisas, sem nenhuma plaquinha identificando em fontes grandes o que é cada coisa.

No primeiro dia pedi ajuda na recepção e mandaram uma pessoa que estava na cozinha do café para me ajudar. No outro dia uma pessoa da própria recepção foi até o café comigo para me dizer o que eram as coisas.

Acho muito estranho que não tenha nenhum funcionário na hora do café, pois outras pessoas podem precisar de algum auxílio e simplesmente não aparece ninguém!

AS BARREIRAS PARA ORGANIZAR FILA NA RECEPÇÃO

Além de tudo que já contei, ainda tive que ficar desviando de barreiras para organizar filas na recepção. Aqueles postes baixinhos com uma fita aérea, na altura da cintura, são verdadeiras armadilhas para quem tem baixa visão, principalmente problema de campo visual como eu. Você olha pra frente e não vê nada. Ao andar, cai por cima daquele negócio baixinho no meio do caminho. A bengala também não identifica, pois as fitas ficam suspensas e apenas alguns postes fininhos tocam o chão.

Acabei derrubando no segundo dia um negócio naqueles. Algo bem chato, pois havia bastante movimento na recepção e todo mundo ficou prestando atenção em mim (a desastrada!).

O funcionário me disse para ficar calma, que não tinha problema, juntou tudo do chão e colocou no mesmo lugar novamente. Durante os 4 dias que estive lá aquelas barreiras me atrapalhavam.

Alguns funcionários, por detrás do balcão da recepção ficavam me dizendo “mais para esquerda”, “mais para direita” quando eu ia passar, o que me deixava mais nervosa ainda. Não poderiam sair detrás do balcão e vir até mim, sem ficar gritando?

Bom, como vocês podem ver, foram apenas quatro dias e já identifiquei tantos e tantos problemas no hotel. De modo geral, minha viagem foi ótima e não deixo que coisas como essas me abalem. Mas conviver com o despreparo das pessoas e a falta de condições dos espaços constantemente é algo, no mínimo, irritante e desrespeitoso. É algo que temos que batalhar constantemente.

Citei aqui todos os detalhes do hotel e sua identificação, mas não quero que isso fique apenas em relato em tom de crítica. Quero que os gestores dessa rede hoteleira leiam isso e possam refletir sobre como podem aprimorar seu atendimento e a estrutura física do hotel. Acho que falta treinamento e capacitação aos funcionários, além de uma consultoria por pessoas com diferentes deficiências, que poderiam apontar as dificuldades e o que pode ser melhorado.

Espero que um dia – em breve – eu (ou outras pessoas) possa voltar a Curitiba, cidade que adorei e conquistei grandes amigos, ficar novamente nesse hotel e trazer aqui um relato diferente. Um relato de mudanças e melhorias. Às vésperas de Copa do Mundo e preocupação cada vez maior com a acessibilidade nos espaços essas mudanças são urgentes.

Fonte: Três Gotinhas

 
Deficientes físicos já podem financiar adaptações de imóveis pelo Banco do Brasil PDF Imprimir E-mail
 

O Banco do Brasil informou, nesta segunda-feira (13), que ampliou a lista de bens financiáveis por meio da linha BB Crédito Acessibilidade, modalidade de financiamento de bens e serviços de tecnologia assistiva para pessoas com deficiência. A inclusão de novos itens foi divulgada pela Portaria Interministerial Nº 604, de 24 de dezembro de 2013, abrangendo projetos arquitetônicos, reforma e material de construção, com o objetivo de adaptação de imóvel residencial para pessoas com deficiência.

Foram incluídos ainda: cadeira elevadora para domicílios, cadeira de rodas anfíbia, cadeira de rodas escaladora, coletes ortopédicos, cama hospitalar, entre outros. Além disso, continua valendo o financiamento de itens, como cadeiras de rodas, serviços de adaptação de veículos, órteses, próteses, etc. A lista completa de produtos financiáveis pode ser consultada no site www.bb.com.br/creditoacessibilidade.

Em dezembro, foram divulgadas reduções nas taxas de juros da linha. Para clientes com renda de até 5 salários mínimos, a taxa é de 0,41% a.m. (de 7% para 5% a.a.) e, para clientes com renda entre 5 e 10 salários, a taxa é de 0,45% a.m. (de 8% para 5,5% a.a.).

O financiamento pode ser de até 100% do valor do bem ou serviço, com limite máximo de até R$ 30 mil por pessoa e prestações debitadas diretamente na conta corrente. O prazo é de 4 a 60 meses e a primeira prestação pode ser paga em até 59 dias.

O público-alvo são os correntistas do BB com renda de até 10 salários mínimos e limite de crédito disponível. Importante destacar que é possível comprar equipamentos para si mesmo ou para ajudar alguém que necessite.

Com quase R$ 85 milhões desembolsados desde o lançamento da linha, em fevereiro de 2012, o BB Crédito Acessibilidade atendeu mais de 14,8 mil clientes em todo o País.

Viver Sem Limite

Em novembro de 2011, o Governo Federal lançou o Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência – Viver Sem Limite. Entre as ações definidas, está a acessibilidade que, por sua vez, prevê a busca e disponibilização de tecnologia, moradia e aquisição de equipamentos.

Nesse contexto, o Banco do Brasil disponibiliza o BB Crédito Acessibilidade. Com linhas de crédito como essa, o BB fortalece sua condição de agente de desenvolvimento sustentável do país e reforça seu compromisso em promover a cidadania e o fortalecimento da participação da pessoa com deficiência na sociedade.

Fonte: Notícias Portal Bragança - em 14/01/2013

 
Cias Aéreas terão que transportar cadeiras de rodas gratuitamente PDF Imprimir E-mail
 

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) foi condenada a exigir das companhias aéreas brasileiras transporte gratuito de cadeira de rodas de passageiro com deficiência ou mobilidade reduzida. A sentença é da juíza federal substituta Fernanda Soraia Pacheco Costa, da 4ª Vara Federal Cível da capital paulista, a partir de ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal em São Paulo contra a Anac. A determinação vale independentemente do peso e do local em que o equipamento for transportado. A Anac terá que fiscalizar e autuar as empresas que descumprirem essa determinação.

A ação, movida pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC) e assinada pelo procurador da República Jefferson Aparecido Dias, então titular da PRDC, foi protocolada em outubro de 2012. A cobrança do transporte de cadeiras de rodas pelas companhias aéreas começou a ser investigada em abril de 2012. A PRDC foi procurada pela mãe de um adolescente portador de atrofia cerebral. Ela revelou que sempre que viajava com o filho era obrigada a pagar pelo transporte da cadeira. O custo chegou a R$ 130 em uma das viagens.

O MPF constatou, na época, que "as maiores aeronaves operadas pelas duas grandes companhias aéreas do Brasil são o Airbus A330 e o Boeing 777, que não possuem espaço no interior da cabine para o transporte de uma cadeira de rodas". Sem poder transportar a cadeira de rodas na cabine, os cadeirantes se viam obrigados a pagar pela carga.

Procurada pelo Globo, a Anac informou, por meio de sua assessoria, que ainda não foi notificada sobre a ação, e que se pronunciará somente após receber o processo. Informou, ainda, que entrou em vigor ontem a resolução 280/13, aprovada em julho do ano passado, que dispõe sobre os procedimentos relativos à acessibilidade de passageiros com necessidade de assistência especial ao transporte aéreo. O artigo 23 do documento determina o transporte gratuito de cadeira de roda de passageiro pelo companhia aérea. A Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear) também foi procurada, mas ainda não se manifestou a respeito.

Fonte: Mercado & Eventos - em 13/01/2014

 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Próximo > Fim >>
Página 8 de 30