H.N. Adaptações

Informativo
19 táxis adaptados para pessoas com deficiência estão nas ruas PDF Imprimir E-mail
 

 

Dos 20 táxis compartilhados que receberam autorização para circular em Curitiba, 19 já estão nas ruas. Foto: Gabriel Rosa/SMCS

 

Dos 20 táxis compartilhados que receberam autorização para circular em Curitiba, 19 já estão nas ruas. São carros adaptados para atender pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Outra novidade na frota de táxi de Curitiba são os seis profissionais com deficiência que conseguiram autorização para fazer as adaptações necessárias em seus veículos.
Essas categorias foram incluídas na licitação que colocou em funcionamento mais 750 táxis este ano, ampliando a frota da cidade de 2.252 para 3.002 carros.

 Os táxis compartilhados são identificados, na lateral e na traseira, pelo símbolo internacional de acesso. Por dentro, uma série de adaptações torna o veículo preparado para transportar pessoas com cadeira de rodas. Dois modelos estão sendo usados: Fiat Doblò e Chevrolet Spin.

Os veículos precisam ser adaptados e têm de estar em conformidade com as normas da ABNT. As mudanças incluem a redução da capacidade do tanque de combustível para 40 litros, a alteração na posição do escapamento e a troca de molas que elevam a traseira do carro.

"O interior do veículo é preparado para receber a pessoa com deficiência. A rampa é instalada perto da porta traseira e são colocados os cintos de segurança e as travas que vão segurar a cadeira e o usuário", explica o coordenador da Unidade de Vistoria e Fiscalização do Serviço de Táxi da Urbs, Marcelo de Souza Ferreira.

A grande vantagem do táxi compartilhado é que o usuário não precisa mais ser retirado da cadeira para entrar no carro. "A pessoa com deficiência, que usa cadeira de rodas, passa a ter mais um modelo de transporte para garantir o seu direito de ir e vir com autonomia", diz a secretária dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Mirella Prosdocimo.

Boa perspectiva

Os taxistas que são titulares dessas autorizações estão felizes com o trabalho e acreditam que a demanda só tende a crescer porque o serviço ainda não é conhecido de todos os usuários que poderiam usufruir do carro adaptado. "Tenho feito de dois a três atendimentos por dia, mas tem muita gente que ainda não conhece o serviço", conta Arildo Gomes Xavier, taxista há 12 anos e que agora decidiu trabalhar com o carro compartilhado. Ele investiu R$ 25 mil na adaptação da Spin.

Carmem Mueller de Souza Gomes gastou mais. Foram cerca de R$ 60 mil na adaptação do Fiat Doblò porque ela decidiu instalar uma rampa automática, que funciona como um elevador. A motorista aciona um botão e a rampa desce, o usuário sobe e ela posiciona a rampa no mesmo nível do piso do veículo para a entrada da cadeira de rodas.

Taxista há seis anos, Carmem concorda que o serviço ainda é pouco conhecido. Ela também cita que muitas pessoas acham que a tarifa é maior e que o veículo só pode ser usado por pessoas com deficiência. Mas não há diferença de preço e o veículo comporta usuários com ou sem deficiência.

Um cliente habitual do táxi compartilhado é Ricardo Vilarinho, coordenador de Mobilização Social da Unilehu (Universidade Livre para Eficiência Humana). "O serviço é excelente e funciona muito bem, especialmente quando posso agendar o horário do atendimento. Para compromissos de última hora, nem sempre é viável porque a frota ainda não é grande e os taxistas atendem também outros usuários", conta.

Motorista

Luiz Fernando de Lara Martins é um dos seis motoristas com deficiência que estão rodando com táxi pela cidade. Ele sofreu um acidente há mais de 30 anos e continuou trabalhando, mas perdeu muito a força na perna e pé esquerdos e o ato de pisar na embreagem várias vezes ao dia acabou se tornando insuportável.

Agora ele dirige um veículo automático, que dispensa a troca de marchas. Assim, não precisa mais usar o pé esquerdo. "Foi um alívio, é muito mais confortável. Eu já estava pensando em desistir da profissão, mas agora posso continuar".

Quem também entrou nessa categoria foi Claudeir Julio Lima. Em 1990 ele teve um terço da perna direita amputada. Em 1996 começou a trabalhar como taxista, era motorista colaborador. Hoje, é o dono da placa. O veículo que ele dirige é automático e a aceleração é feita no pedal esquerdo. Claudeir diz que está satisfeito com a mudança.

Também fazem parte da frota de táxis de Curitiba, desde 1990, quatro Kombis. Elas são equipadas com rampas e elevadores e também adaptadas para transportar os usuários de cadeira de rodas.

Naturalidade

A partir deste ano, o Senac incluiu no seu curso "Informações Turísticas e Orientação Profissional para Taxistas" um módulo de duas horas que trata do atendimento à pessoa com deficiência. A palestra é ministrada por Manoel Negraes, que é coordenador de Políticas Públicas e Defesa de Direitos da Secretaria Especial da Pessoa com Deficiência da Prefeitura de Curitiba.

Ele explica que o objetivo é orientar os motoristas para que saibam como lidar com esses usuários. "Muitas dicas são básicas, mas necessárias". Ele dá o exemplo do cliente deficiente visual. O taxista precisa saber que quando chegar ao local tem que ir até a pessoa, se apresentar e oferecer auxílio para chegar ao carro.

Segundo Negraes, é preciso que o taxista conheça as características das diferentes deficiências e aja com naturalidade. Na dúvida, completa, o melhor a fazer é perguntar ao passageiro de que forma ele pode ser auxiliado.

Fonte: SEDPcD - Em 08/09/2014

 
Rotina é ainda mais desafiadora para mulheres com deficiência PDF Imprimir E-mail
 

 

Ser mulher, por si só, é bastante trabalhoso, afinal é preciso se desdobrar em diversas funções no trabalho, em casa, com os filhos, nos estudos, entre outras atividades. Para as mulheres que possuem algum tipo de deficiência, a rotina é ainda mais desafiadora, já que, além de dar conta de tudo o que uma mulher costuma fazer, ainda precisam lidar diariamente com dificuldades de acessibilidade e com manifestações de preconceito.

 Quem enfrenta estes problemas, mas mesmo assim não deixa de ter uma vida ativa é a atleta paralímpica de esgrima e diretora de esportes da Associação dos Deficientes Físicos do Paraná (ADFP), Janaína Aguilera, 25. Paraplégica há oito anos, após um acidente de carro que provocou uma lesão em sua medula, ela precisou se adaptar às limitações do seu corpo para poder voltar às atividades que uma jovem faz diariamente. "Eu era adolescente na época do acidente e por ter tido um excelente suporte durante minha reabilitação, consegui ter uma juventude normal. Mas isto infelizmente, não acontece com todas as pessoas", avalia.

A jovem trabalha, faz faculdade e ainda mantêm suas atividades sociais - como sair com os amigos, frequentar shows, barzinhos e eventos culturais -, mas conta que apesar de bem resolvida, ainda sofre em algumas situações. "Já passei por problemas como dificuldade de acessibilidade em vários locais, preconceito e também enfrentei situações constrangedoras relacionadas à falta de preparo de algumas pessoas que trabalham com o público, como alguns cobradores e motoristas que ainda não são capacitados no trato com a pessoa com deficiência e no manejo do elevador instalado nos ônibus da cidade", lamenta.

Para ela, o que falta é humanização. "As pessoas olham o tempo todo para a pessoa com deficiência, elas não estão acostumadas com quem é diferente. Por isso, não desisto de estar nos lugares, para naturalizar a questão e tentar de alguma forma, deixar um mundo melhor para quem está por vir".

Defensora de seus direitos

Protagonista de uma história parecida com a de Janaína, a Secretária dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Curitiba, Mirella Prosdocimo, é um exemplo de luta em prol das pessoas com deficiência. Ela também sofreu um acidente de carro aos 17 anos, mas no seu caso, a lesão na altura do pescoço paralisou os movimentos de pernas e braços, deixando Mirella tetraplégica.

Ela conta que antes do acidente não tinha nenhum contato com pessoas com deficiência e sua visão sobre a situação era igual a de muita gente que só acompanha o assunto à distância. "Eu achava que quem tinha alguma deficiência era uma "pessoa coitadinha", totalmente incapacitada. Era uma visão errada e preconceituosa, que ainda é comum entre as pessoas", diz.

Desde o acidente, há 23 anos, Mirella passou por diversas situações que envolveram isolamento social, dependência da família, aceitação e reabilitação, a redescoberta de seus potenciais e de sua autoestima na época da faculdade, até chegar a condição atual de mulher bem sucedida e defensora de seus direitos. "Levei cerca de 10 anos para voltar a ser protagonista da minha vida. Quando voltei a estudar percebi que era capaz de produzir, fazer amigos e namorar".

Ela acredita que o preconceito e falta de informação ainda são as piores barreiras enfrentadas por deficientes físicos, cegos, surdos ou com outros tipos de problema. "As pessoas geralmente não sabem como lidar com o deficiente. Ainda é comum alguém estender as mãos para me cumprimentar. Mas ao invés de ficar constrangida a pessoa poderia simplesmente pedir desculpas e me dar um beijo no rosto, lidando com a situação com normalidade", explica.

De acordo com Mirella, uma saída para melhorar a convivência entre as pessoas é ensinar as crianças a lidar com os deficientes com naturalidade, chegando perto, perguntando e conhecendo. "Ter esta preocupação é importante, afinal, todos, ao envelhecer, poderão enfrentar algum tipo de dificuldade e limitação", diz.

Especialista em inclusão, Mirella assumiu a Secretária dos Direitos da Pessoa com Deficiência em janeiro do ano passado e trabalha para promover ações educativas e de conscientização, com objetivo de trazer mais inclusão para os deficientes e capacitação para os agentes públicos. "Temos projetos em andamento em relação ao transporte de deficientes como o Ônibus Acesso, aumento da frota de táxis adaptados, adaptação dos espaços culturais da cidade e ações que melhorem as condições de empregabilidade dos deficientes, entre outros projetos", apresenta.

Prática de esportes

Para ajudar outros deficientes físicos durante o processo de reabilitação, o departamento de esportes da Associação dos Deficientes Físicos do Paraná (ADFP) oferece práticas de fisioterapia e de modalidades esportivas, entre elas o tênis de mesa, que possui vários atletas premiados e a esgrima em cadeira de rodas, esporte em que Janaína Aguilera é a número 1 no ranking brasileiro. Atualmente a ADFP conta com 50 atletas em cinco modalidades esportivas. "Para quem está em fase de reabilitação, o esporte é muito importante. Ele fortalece o corpo e faz com que a pessoa tenha capacidade de superar obstáculos, para enfrentar as atividades diárias, além de promover a socialização e a troca entre as pessoas", explica Janaína. Informações: 3264-7234.

Fonte: Paraná Online - em 04/08/2014

 
Estudos mostram que Lei de Cotas não é cumprida PDF Imprimir E-mail
 

 

lei de cotas

O Brasil ainda está longe de cumprir a Lei de Cotas para pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Curitiba, 25/07/2014 - Foto: Jaelson Lucas

O Brasil ainda está longe de cumprir a Lei de Cotas para pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Estima-se que, se a lei fosse integralmente cumprida, haveria cerca de 1,2 milhão de vagas para pessoas nessas condições no País. No entanto, há apenas pouco mais de 330 mil pessoas com deficiência formalmente empregadas - um número muito pequeno também diante do total de 20,2 milhões de pessoas com deficiência em idade economicamente ativa no País. Os dados foram divulgados durante o Seminário Novas Perspectivas de Inclusão no Mundo do Trabalho, encerrado nesta sexta-feira (25) no Salão de Atos do Parque Barigui.

 "Isso significa que apenas uma de quatro vagas obrigatórias é preenchida", afirma Carlos Clemente, que há 13 anos trabalha com o tema e é vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco. Segundo ele, o índice de cumprimento da Lei de Cotas no Brasil é de apenas 26%, de acordo com dados do Ministério do Trabalho e Emprego. Clemente veio a Curitiba para apresentar a experiência positiva do setor metalúrgico de Osasco na contratação de pessoas com deficiência.

Osasco preenche quase 100% das vagas para pessoas com deficiência

O seminário foi promovido pela Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência, em parceria com a Fundação de Ação Social (FAS), a Secretaria Municipal de Trabalho e Emprego (SMTE) e com o Instituto Municipal de Administração Pública (Imap).

Curitiba

A mesma situação se verifica em Curitiba. De acordo com dados da Rais 2012, em um universo de 923 empresas com 100 funcionários ou mais obrigadas a cumprir a Lei de Cotas, 343 não possuem nenhum funcionário nessa condição. As outras 580 empresas cumprem a exigência legal, mas não há informações sobre se cumprem integralmente. "Em Curitiba há apenas 7 mil pessoas com deficiência formalmente contratadas. Esse é um número muito baixo em um universo de 900 mil trabalhadores com carteira assinada no município", enfatiza a diretora de Relações do Trabalho da Secretaria do Trabalho e Emprego, Lenina Formaggi.

Outro estudo, realizado pelo Observatório do Trabalho de Curitiba e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômico (Dieese), mostra que do estoque de aproximadamente 330 mil vagas para pessoas com deficiência no Brasil, 63.196 estavam no Sul, de acordo com os mesmos dados da RAIS de 2012.

Conforme o estudo, nesse mesmo ano, o Paraná tinha um estoque de 20.729 empregos para esse público. Desse total, 7 mil dos trabalhadores registrados se localizavam na capital. O estudo afirma que no período de 2010 a 2012, a menor taxa de variação média para o estoque de empregos para esse setor (2,5%), foi registrada no Paraná, e a maior registrada no Sul, que representava 5,8%.

Apesar dos baixos índices de empregabilidade de pessoas com deficiência em todo o País, o estudo do Observatório do Trabalho de Curitiba registra aumento percentual na participação de pessoas no mercado de trabalho entre 2010 e 2012. Considerada apenas a População em Idade Ativa (PIA), população com 10 anos ou mais, observa-se que em 2010, em Curitiba, havia uma "participação de 22,6% de pessoas com deficiência no mercado"; em 2000, o índice era de 13,6%.

Os índices também melhoraram em relação à População Economicamente Ativa (PEA). Segundo o estudo, a população que estava ocupada ou desocupada na semana de referência era composta em 2010 por 19% de pessoas com deficiência. Este indicador revelou alta no período estudado, já que em 2000 a participação das pessoas com deficiência na PEA somava 10,5%.

Preconceito

Entre as razões para o ainda baixo índice de colocação das pessoas com deficiência no mercado de trabalho, técnicos e profissionais envolvidos na questão apontam o preconceito, a baixa escolaridade e a falta de mão de obra qualificada no segmento.

"A qualificação tem que acontecer dentro da empresa, considerando a condição específica de cada pessoa. Esta não é uma ação de responsabilidade social. É lei", defende a consultora do Sesi/Senai Curitiba Regiane Maturo, que também participou do seminário.

Os participantes no encontro apontaram ainda a falta de planos de carreira e possibilidade de ascensão como outro fator desestimulante e que provocam a reclamação freqüente de alta rotatividade de funcionários nesse segmento. "As empresas querem qualificação, mas falta inserção ou um plano de carreira, o que causa desalento às pessoas com deficiência", argumenta Lenina Formaggi, da Secretaria Municipal de Trabalho e Emprego.

Fonte: SEDPCD - em 26/07/2014

 
No primeiro dia, feira encaminha mais de 70 pessoas com deficiência para entrevistas de emprego PDF Imprimir E-mail
 

Mais 70 pessoas foram encaminhadas para entrevistas de emprego nesta segunda-feira (21), primeiro dia da 2ª Semana da Empregabilidade da Pessoa com Deficiência promovida pela Prefeitura de Curitiba. Curitiba, 21/07/2014 - Foto: Everson Bressan

Mais de 70 pessoas foram encaminhadas para entrevistas de emprego nesta segunda-feira (21), primeiro dia da 2ª Semana da Empregabilidade da Pessoa com Deficiência promovida pela Prefeitura de Curitiba. A feira, que acontece em uma tenda montada na Boca Maldita, prossegue até sexta-feira e oferece um total de 800 vagas para pessoas com deficiência.

 Uma unidade do Sine Móvel está instalada no local e verifica, pelo sistema online, as vagas disponíveis por toda a cidade. "Este ano inovamos no formato da feira e trouxemos empresas que oferecem muitas vagas para entrevistas imediatas. Isso tem agilizado o processo de escolha e a contratação dos interessados", explicou a diretora de Planejamento e Relações do Trabalho da Secretaria Municipal do Trabalho e Emprego, Lenina Formaggi.

A feira oferece exclusivamente vagas para pessoas com deficiência, com salários que variam entre R$ 500 e R$ 2.800,00.

O coordenador de Recursos Humanos da Mitra Arquidiocesena de Curitiba, Valdecir dos Santos, esteve na tenda entrevistando candidatos. A Mitra tem 25 vagas na área administrativa destinadas a pessoas com deficiência. "Hoje a Mitra possui três funcionários com deficiência. Estamos ampliando o quadro e a feira veio proporcionar mais facilidade para as contratações", disse ele, adiantando que o candidato poderá trabalhar no centro administrativo ou, se preferir, em uma paróquia mais perto de sua casa.

O economista Ricardo Ferreira, que tem visão monocular e há um mês se mudou para Curitiba, aprovou a feira. "Ações como esta facilitam nossa vida. Podemos verificar o que há disponível no mercado de trabalho. Estou confiante em conseguir um emprego", disse ele.

A estudante de Psicologia Elaine Mazepa também saiu animada. "Fui encaminhada para uma entrevista e estou com esperança de uma contratação imediata. A feira veio na hora certa, pois estou desde janeiro desempregada", afirmou.

A feira acontece das 9 às 17 horas, diariamente, até sexta-feira (25). O atendimento está sendo feito também nos postos do Sistema Nacional de Emprego (Sine) instalados nas Ruas da Cidadania das Administrações Regionais.

Promovida pela Secretaria de Trabalho e Emprego em parceria com a Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência, a feira oferece vagas, entre outras, para zelador, recepcionista, porteiro, operador de telemarketing, inspetor, estoquista, auxiliar de escritório, auxiliar de produção e coordenador pedagógico. Os candidatos devem comparecer munidos de carteira de trabalho e documentos pessoais.

As empresas que tiverem vagas para pessoas com deficiência devem entrar em contato com a equipe de captação de vagas da Secretaria do Trabalho e Emprego pelos telefones (41) 3221-2924 / 3221-2926 / 3221-2928 / 3221-2929, pelo email Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ou diretamente nos Postos do SINE, localizados nas Ruas da Cidadania.

Fonte: SEDPcD - em 21/07/2014

 

 
Sindicato divulga vagas para deficientes físicos no Paraná PDF Imprimir E-mail
 
O Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Estado do Paraná (SEAC-PR), que representa um segmento que abriga cerca de 40 mil funcionários diretos em todo o Estado, disponibiliza 1.200 para deficientes físicos. Os candidatos podem desempenhar as mais variadas funções, como ascensorista, copeiro, telefonista, porteiro, auxiliar de serviços gerais, dentre outras. Os vagas são oferecidas tanto para homens quanto para mulheres e estão disponíveis na maioria dos municípios do Paraná.

 O setor de prestação de serviços continuados em asseio e conservação é um dos segmentos econômicos que mais empregam formalmente, ou seja, com carteira assinada. O SEAC-PR, por meio da Fundação do Asseio e Conservação do Estado do Paraná, ainda oferece cursos e treinamentos gratuitos. O profissional paranaense conta com o maior piso salarial da categoria no Brasil.

Interessados devem entrar em contato com a Central de Vagas FACOP pelo fone (41) 3027-3874, que dará todas as informações necessárias e buscará as vagas para a contratação imediata do deficiente físico.

A Central de Vagas FACOP fica na Rua Duque de Caxias, 255 – bairro São Francisco – Curitiba.

Fonte: Bem Paraná - em 08/07/2014

 
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