H.N. Adaptações

Informativo
A H. N. Adaptações apresenta... PDF Imprimir E-mail
 

 

 
Alteração em rotas melhora transporte de alunos com deficiência PDF Imprimir E-mail
 

Alteração em rotas melhora Sistema Integrado para o Transporte Especial Curitiba, 12/02/2015 Foto: Jaelson Lucas/SMCS

A Prefeitura de Curitiba está aperfeiçoando o serviço de transporte de estudantes com deficiência - o Sistema Integrado para o Transporte Especial (Sites).Nos últimos meses, houve alteração de rotas e mudança no percurso de sete linhas do sistema. A mudança permitiu mais qualidade no atendimento de embarque e desembarque dos 2.478 estudantes que utilizam o serviço, além da inclusão de novos usuários.

 A alteração nos percursos foi feita no segundo semestre de 2014 e beneficiou especialmente estudantes moradores dos conjuntos habitacionais da Cohab nos bairros da região sul, como o Ganchinho e Sítio Cercado. ?'Buscamos readequações para assegurar a garantia da qualidade no atendimento deste público que depende do Sites para a ter acesso à educação", diz a gerente do Sites, Rose de Mello.

O Sites é composto por 55 linhas, com uma frota total de 60 ônibus. São 21 linhas que passam pelo terminal Ângelo Antônio Dalegrave, no Cristo Rei, operando com 21 veículos e 34 linhas que vão direto para as escolas. Os ônibus possuem porta central do lado direito, elevador para cadeira de rodas, com degraus escamoteáveis para o uso normal de passageiros. Os bancos contam com dois cintos de segurança de cinco pontos.

Os usuários são estudantes com algum comprometimento mental, físico, auditivo, visual, condutas típicas e múltiplas deficiências. Um dos estudantes beneficiados pelas mudanças de rotas é Rony Eric Abreu de Oliveira, de 9 anos, morador do Ganchinho. Diariamente o garoto embarca no ônibus acompanhado da mãe, a técnica de enfermagem Lucijane Passos de Abreu, para chegar até a Escola de Educação Especial Vivian Marçal, no bairro Mercês.

São as atendentes do Sites que recebem e acomodam a cadeira de rodas de Rony no ônibus e o cuidam durante todo o percurso até o desembarque na escola. "Sem esse serviço não haveria condições do meu filho frequentar a escola e se desenvolver", diz Lucijane.

Além da garantia ao acesso à educação, a mãe de Rony comemora as amizades construídas com outras famílias também beneficiadas pelo Sites. "Temos desafios semelhantes e estamos em contato direto nas viagens que nos fazem estreitar laços", disse Lucijane.

Parceria

Cada vez que um novo empreendimento habitacional é lançado, novos estudos de percursos são desenvolvidos pelas equipes que operam o Sites. O sistema funciona em parceria entre a Secretaria Municipal da Educação e a URBS - Urbanização de Curitiba S/A. A gerência do sistema cabe à Secretaria Municipal da Educação que faz a intermediação do processo entre família, escola e o transporte especial. Definição e a operação das rotas das linhas especiais cabem à Urbs.

As estratégias para melhorar a oferta envolveram também ações de atendimento ao público, de segurança no transporte, atualização e melhorias no sistema informatizado de cadastros dos estudantes além de capacitações aos profissionais que operam e trabalham no sistema.

Desde o segundo semestre de 2013, uma a capacitação interna é feita com atendentes, que são os que recebem e realizam o embarque e desembarque dos estudantes em conjunto com professores e demais profissionais de educação e saúde das escolas por onde os ônibus circulam.

No dia 6 de fevereiro houve uma nova edição da formação anual aos profissionais do Sites. Foi o 11º Encontro para Atendentes e Motoristas, realizado no Salão de Atos do Parque Barigui. O evento integrou o plano de formação e capacitação do sistema e teve a participação de 122 motoristas e 117 atendentes.

Uma das participantes foi a atendente Sueli Gonçalves da Silva que há 13 anos trabalha no transporte especial. "Sabemos que assim como as crianças aprendem na escola, aqui também estão crescendo como pessoas, por isso a conversa e interação com eles é fundamental", disse Sueli.

A funcionária atende adolescentes e jovens com idades entre 14 e 33 anos, na linha CIC, com estudantes da Associação Fenix e da Associação Mantenedora do Centro Integrado de Prevenção (AMCIP).

O evento serviu para discutir as práticas de atendimento dos estudantes e orientar o trabalho para o ano todo. "Buscamos unificar as relações com um trabalho baseado em três pilares: paciência, acolhimento e segurança", disse a gerente do Sistema de Transporte para o Ensino Especial, Rosede Mello.

Segurança é palavra número um para o motorista Cleber da Silva. Nos três anos guiando o ônibus que leva estudantes com necessidades especiais, o motorista sabe que a função requer além dos cuidados necessários, um perfil dedicado e paciente no dia a dia. "É um trabalho especial e procuro atendê-los bem, para que se sintam à vontade e bem integrados já que estamos em contato todos os dias", disse Cleber.

A orientação e capacitação dos profissionais contaram também com a palestra da psicóloga Elianes Klen, supervisora da orientação educacional da Escola EPHETA. Para ela, além dos professores e profissionais das escolas, os motoristas e atendentes dos ônibus também têm a função de ensinar os estudantes, mas para um aprendizado para a vida toda. "A acessibilidade não deve ser somente no campo físico. Nosso dever é dar exemplo nas atitudes, conduzindo com segurança e acomodando com segurança", disse Elianes.

Fonte: SEDPcD - em 20/02/2015

 
Para curtir o mar e a areia sobre rodinhas adaptadas PDF Imprimir E-mail
 

Os problemas estruturais no litoral paranaense são visíveis. A falta de acessibilidade em vias e calçadas também é obstáculo para aproveitar o verão. Para amenizar o problema, o Rotary Clube de Matinhos oferece, há quatro anos, um serviço gratuito de cadeiras anfíbias, adaptadas para levar deficientes físicos ou qualquer pessoa com alguma dificuldade de locomoção até o mar.

 "A procura maior é dos veranistas que querem chegar até a água, mas não podem porque as cadeiras de rodas comuns atolam na areia e a maresia corrói tudo depois. Essas cadeiras [anfíbias] são de plástico e as rodas são mais largas, para facilitar o acesso à areia e à água da praia", explica a presidente do Rotary, Silvia Lenz César.

Desde o verão passado, os idealizadores do projeto firmaram uma parceria com a Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Matinhos e trazem as crianças para usufruir do serviço. "Esse projeto é maravilhoso porque tira o cadeirante lá do calçadão e dá a ele o direito de vir aqui na água. Isso ajuda na saúde dos nossos alunos, esse contato com a natureza, com o meio ambiente em que eles vivem", afirma a assistente social da Apae, Ivonise Marques.

Leonardo Vidal, o Léo, de 19 anos, é um dos alunos que aproveita as cadeiras adaptadas para chegar à praia. Gentil, as palavras não são necessárias para saber a opinião dele sobre o projeto. Ele beija as mãos da mãe, Marli Viana, da presidente do Rotary Clube e da assistente social . O sorriso exibido no caminho até o mar mostra a importância da iniciativa. "Tudo o que vem em benefício dos meus filhos é benefício para mim também, esse projeto é muito bom", complementa, com palavras, a mãe de Léo.

O projeto começou quando Silvia descobriu que as cadeiras anfíbias estavam sendo comercializadas em Curitiba, então mobilizou as pessoas para arrecadar o dinheiro que pagou duas cadeiras. "Neste ano nós compramos a terceira e, em breve, vamos conseguir a quarta. Então, o projeto vai ser estendido para a Praia Brava. Temos a intenção de fazer outras campanhas para levar aos outros balneários, chegar até Pontal do Paraná", afirma, animada, a presidente.

Serviço

No Litoral do Paraná, as cadeiras anfíbias estão disponíveis em Matinhos e Guaratuba.

Em Matinhos, o serviço do Rotary fica na Praia Mansa, todos os dias.

Em Guaratuba, a atividade é oferecida pela Secretaria Municipal do Bem-Estar e Promoção Social e está disponível aos fins de semana na Praia Central. Ao longo da semana, também é possível usar as cadeiras, mas é preciso ir até a secretaria (Av. 29 de abril) para isso.

Fonte: Gazeta do Povo - em 31/01/2015

 
Professores são treinados para atender pessoa com deficiência em atividades físicas PDF Imprimir E-mail
 

 

A Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude treinou 150 professores de Educação Física para o atendimento a pessoas com deficiência. -Na imagem, Willian Pacheco de Oliveira. Curitiba, 17/12/2014 Foto: Jaelson Lucas/SMCS

A Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude - em parceria com a Secretaria da Pessoa com Deficiência - treinou 150 professores de Educação Física para o atendimento a pessoas com deficiência e fez busca ativa nas escolas de educação especial da cidade para divulgar a programação disponível.

 Essa é uma das iniciativas adotadas, desde o início da atual gestão, para incluir cada vez mais pessoas com deficiência nas atividades regulares oferecidas nos espaços públicos de esporte e lazer.

Também está sendo oferecido um número mínimo de vagas para pessoas com deficiência em todas as atividades, atitude definida por portaria conjunta das duas secretarias. Para garantir um atendimento adequado a cada caso, quando necessário as pessoas interessadas passam por uma triagem antes de iniciarem os exercícios.

O orientador de esporte e lazer Darlan França Junior, um dos responsáveis pela capacitação, explica que os professores foram orientados sobre como trabalhar com cada tipo de deficiência: "É preciso perder o medo. Com conhecimento eles poderão indicar a atividade adequada para cada pessoa sem comprometer a integridade física dela", diz.

Willian Pacheco de Oliveira, de 33 anos, é usuário de cadeira de rodas há oito. Em 2010, ele começou a treinar basquete na Associação de Deficientes Físicos do Paraná. Levado para conhecer a academia do Centro de Atividade Física Professora Judith Passos, onde aconteceu a capacitação, Oliveira demonstrou que é possível fazer os exercícios com segurança caso tenha a orientação adequada.

"O esporte é muito importante para mim, mas mesmo nas academias particulares é difícil encontrar locais preparados. Prevalece a lógica de que as pessoas com deficiência precisam se adaptar e não o contrário", afirma.

Além da capacitação foi feito um trabalho de busca ativa nas escolas especiais da cidade para que os responsáveis pelas crianças e jovens com deficiência tenham conhecimento das atividades oferecidas perto dos locais onde moram ou estudam.

A orientação para quem quer se matricular em alguma atividade é que procure o núcleo da Secretaria do Esporte na sua administração regional. Nos casos em que houver necessidade será feita a triagem. A expectativa é que o trabalho de capacitação e busca resulte em mais pessoas com deficiência praticando atividades físicas na cidade em 2015.

Trabalho intensificado

Desde 2013, com a criação da coordenação de Paradesportos na Secretaria do Esporte, o trabalho na área ficou mais consistente. Em 2014 foi realizado o primeiro torneio de Vôlei de Praia para Surdos, um festival de videogame para crianças e adolescentes com Síndrome de Dushenne (que limita o movimento do corpo aos dedos das mãos), o primeiro piquenique da inclusão no Ciclolazer e a terceira etapa da Copa Brasil de Paraciclismo.

Além disso, em novembro a Mostra de Dança Especial de Curitiba lotou o Centro de Esporte e Lazer do Xaxim. Entre as atividades realizadas constantemente pela secretaria estão treinamentos de bocha paralímpica, basquete em cadeira de rodas e power soccer, com uma média de atendimento a 90 atletas por mês.

Fonte: SEDPcD - Em 14/01/2014

 
Vídeo da campanha Somos Felizes alcança 243 mil visualizações em um dia PDF Imprimir E-mail
 

 

Em apenas um dia, o vídeo da campanha ?Somos Felizes?, do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência, alcançou 243 mil visualizações no Facebook da Prefeitura de Curitiba. Curitiba, 02/12/2014 Foto:Cesar Brustolin/SMCS

 

Em apenas um dia, o vídeo da campanha "Somos Felizes", do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência, alcançou 243 mil visualizações no Facebook da Prefeitura de Curitiba. Criado para conscientizar a população e garantir os direitos e a inclusão social das pessoas com deficiência, o vídeo mostra que essas pessoas possuem dificuldades como qualquer outra pessoa e que elas podem ser felizes quando seus direitos são respeitados.

 "É preciso construir uma consciência social em que o respeito e a solidariedade prevaleçam", diz a presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência e secretária da Pessoa com Deficiência de Curitiba, Mirella Prodoscimo.

O projeto "Somos Felizes" pretende colocar o assunto em pauta e convidar a população para uma possível reflexão, para garantir mais respeito, melhorar a qualidade de vida dos das pessoas com deficiência e construir uma sociedade inclusiva.

Postado nesta quarta-feira (17) na página da Prefeitura no Facebook, o vídeo registrou, até a manhã desta quinta-feira (18), 559 compartilhamentos e 148 mil cliques. O vídeo está disponível também no canal da Prefeitura no YouTube e em blogs.

A mensagem do vídeo é pela luta das pessoas com deficiência, ou seja, uma série de direitos que, às vezes, muitas pessoas não dão atenção, consideram um favor. Aquela vaga no estacionamento, o banheiro exclusivo, uma oportunidade de emprego, entre outras coisas. "Nossa luta passa não só por nossas dificuldades particulares, mas também pela garantia de que a sociedade nos inclua de uma maneira mais natural. Isso porque podemos ser felizes. Cada um de nós, como todas as pessoas, tem uma história de vida recheada de momentos que nos marcaram para sempre. E é assim mesmo, vivendo em uma sociedade inclusiva, para todos, que respeite os nossos direitos e a diversidade humana", diz Mirella.

Criado pela agência CCZ*WOW, o vídeo conta com a presença do dançarino curitibano Edy Style que convida o espectador a conhecer um pouco mais do cotidiano das pessoas com deficiência. Edy Style é professor de hip-hop. Dançarino há 20 anos, superou as dificuldades de um acidente que sofreu quando criança, quando teve parte de seu braço esquerdo amputado e sofreu danos na face devido a um acidente.

De acordo com dados da ONU, aproximadamente 15% da população mundial possui algum tipo de deficiência, e muitas pessoas ainda não sabem como agir diante de uma pessoa com deficiência. Somente no Brasil são 45 milhões de pessoas com deficiência.

Fonte: SEDPcD - em 18/12/14

 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Próximo > Fim >>
Página 4 de 30